De antigo lixão a sala de aula ao ar livre: reserva do Congo Uma área onde funcionava um lixão no Calhau, em São Luís, foi transformada em um espaço de conservação de animais e educação ambiental. No local, a Reserva do Congo recebe crianças para atividades sobre preservação da natureza, com visitas guiadas por um biólogo. Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Maranhão no WhatsApp Segundo a organização, o projeto começou em 2015, com a recuperação da área degradada

De antigo lixão a sala de aula ao ar livre: reserva do Congo Uma área onde funcionava um lixão no Calhau, em São Luís, foi transformada em um espaço de conservação de animais e educação ambiental. No local, a Reserva do Congo recebe crianças para atividades sobre preservação da natureza, com visitas guiadas por um biólogo. Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Maranhão no WhatsApp Segundo a organização, o projeto começou em 2015, com a recuperação da área degradada para a criação legalizada de psitacídeos, grupo de aves que inclui os papagaios, com foco na reprodução. Com o avanço da recuperação, a iniciativa passou a desenvolver atividades de educação ambiental para crianças. Atualmente, o espaço abriga mais de 200 animais de 15 espécies, entre elas o flamingo-vermelho, também conhecido como flamingo-americano. A reserva não é aberta ao público em geral, mas recebe escolas para aulas de campo. Durante as visitas, as crianças observam plantas e animais e aprendem sobre cuidados com o meio ambiente. Algumas levam papel e caneta para anotar o que descobrem. Área onde funcionava lixão recebe crianças para aulas de educação ambiental em São Luís, no MA Reprodução/TV Mirante Na terceira visita à reserva, Benício levou uma câmera fotográfica para registrar os animais. A mãe contou que os ensinamentos já fazem parte da rotina do filho, como economizar água e não jogar lixo no chão. Esses pequenos ensinamentos todos, ele já está tendo essa plantinha, essa sementinha aí de conscientização, afirmou. Segundo a equipe da reserva, as atividades buscam despertar o interesse das crianças pela natureza e estimular hábitos de preservação. A gente tem uma sala de aula viva. Nós somos uma extensão das escolas, onde as escolas trazem as crianças para uma aula em campo, explicou um representante do projeto.
Fonte: g1.globo.com